segunda-feira, 24 de agosto de 2015

Estação Motorneiro Nelson



Amigos e Irmãos,

O Rev. Daniel (Igreja Anglicana) já falou em uma das reuniões. Ele é um dos Coordenadores do evento, juntamente com a Amast - Associação de Moradores e Amigos de Santa Teresa; a seguir convidamos a tod@s.

No próximo domingo, 30/08/15, às 12 horas, no Largo do Curvelo, em Santa Teresa, haverá uma Cerimônia Ecumênica e Interreligiosa sobre os 5 anos do acidente com o Bondinho que vitimou 52 pessoas e deixou muitos feridos.

No próximo dia 30, a Estação dos Bondinhos receberá o nome "Estação Motorneiro Nelson", que faleceu na ocasião, de forma trágica.

Lembramos: assim que ocorreu o acidente, a CCIR fez um Culto Ecumênico e Interreligioso no Curvelo, com a presença de muitos e ampla cobertura das mídias.

Reiteramos o convite. Será ao ar livre, hora do meio dia, certamente sol a pino. As mensagens devem ser "curtas". Boas-vindas, desde já, aos que estiverem presentes. Aos demais, onde estiverem, solicitamos orações e preces.

Reverências,
Antonio Rocha Budismo

domingo, 23 de agosto de 2015

Letras em Língua Hindi



Literatura Hindi

Buda e Patanjali


O primeiro viveu no século VI antes da Era Comum, popularmente conhecida no Ocidente como antes de Cristo. O segundo, viveu no segundo século antes da Era Comum. São datas prováveis, aproximadas. Alguns até afirmam que eles não existiram, são frutos da imaginação popular.

Creio que existiram sim e uma boa forma de provar o primeiro são escavações arqueológicas e o segundo seus textos e comentários gramaticais. Lembrando que na antiguidade não havia separação entre Gramática e Teologia, tudo era Caminho Espiritual, Caminhos para um viver melhor.

O professor (budista) Sathya Narayan Goenka de Meditação  Vipássana tem um ótimo e longo artigo (28 páginas) com o título “A ioga vista sob a luz de Vipássana”, datado em 30/04/1990:


onde ele afirma que as duas propostas, a Meditação Vipássana de Buda e a ioga de Patanjali são sinônimas, são muito semelhantes.

Por um lado é preciso lembrar que Buda nasceu primeiro e assim, quando Patanjali nasceu, a Índia estava sob o ângulo cultural e filosófico do Darma (Doutrina) de Buda, que dominou aquele país ao longo de um milênio.

Goenka fala também que os textos clássicos: “Hatha Yoga Pradipika” e “Gheranda Samhita” são muito semelhantes nos propósitos de interiorização, meditação, concentração.

Citando Literatura em Língua Hindi, a histórica fonte de pesquisa do Budismo de Goenka, ele diz que os dois livros acima e mais “Os Aforismos de Patanjali” são “vani” do Buda, isto é, ensinamentos do Buda.

sábado, 15 de agosto de 2015

Bênçãos de Fo Guang Shan



Amizade Búdica em Madrid


As duas última semanas do mês de julho de 2015 fiquei em Madrid, conhecendo pessoalmente, abraçalmente, a minha neta que nasceu na capital espanhola e estava com 6 meses, agora tem 7 meses de vida.

Perto da casa da minha filha e do meu genro tem um mercadinho cujo dono é um casal de imigrantes taiwaneses.

Logo que cheguei, fui fazer uma comprinhas. O chinês me perguntou há quanto eu estava em Madrid. Expliquei que estava passeando para conhecer a neta. Ele me parabenizou pela netinha.

Perguntei de onde ele era e me disse que era de Taiwan. Respondi que eu conheci uma vez em Cotia, SP, o monge budista Hsing Yun, patriarca do Monastério Fo Guang Shan, fundador da BLIA – Buddhist Light International Association, com representações em várias partes do mundo.

Ele sorriu identificando que conhecia o Venerável Monge.

Dias depois voltei à lojinha. Quem estava no balcão era a esposa do taiwanês. Ela não fala espanhol direito, se enrolou um pouco. Ele apareceu lá do fundo da loja, me abraçou e falou para a mulher: “É meu amigo !”

Então me lembrei do livro que eu estava lendo, do Mestre Hsing Yun, “O Valor da Verdade”, editora Escrituras, em co-edição com a BLIA brasileira, 176 páginas.

O volume é uma coletânea de 60 crônicas publicadas originalmente no jornal Merit Times. O subtítulo do livro é “Entre a Ignorância e a Iluminação”.

Conheci mestre Hsing na inaguração, em 2002, do Templo Zu Lai, em Cotia, SP, um belíssimo local para a prática e aprendizado e Caminho Budista.

No momento em que fui cumprimentar o Mestre a recomendação era não tocar, reverenciar conforme os orientais fazem. Me entusiasmei na reverência, o Venerável Yun parece ter lido meu pensamento, estendeu a mão e apertei-a brasileiramente.

Senti algo como um choque... um abençoado choque de Pura Energia Budista, que vem tradicionalmente de milênios... transmitida de professor ao aluno.

Eu e minha irmã que mora em Brasília, saímos de lá, de Cotia, budificados de boas Bênçãos.


segunda-feira, 20 de julho de 2015

Poéticas Anglicana e Budistas



Literaturas Comparadas Budistas e Anglicanas

Estudo Literário do Hinário Anglicano - 1


Leitura Orante, Leitura Cantante, Leitura Meditante.

Peço Permissão ao Criador, que se manifesta genericamente como Deus no Ocidente e ao meu Mestre Buda Primordial, equivalente ao Todo Poderoso El Shaddai, nas bandas do Oriente.

Digamos que estou começando a fazer uma pesquisa Budológica. Tentarei interpretações, procurando ver os Hinos Anglicanos como poesias. Peço, desde já, perdão aos meus amigos anglicanos se, porventura, a Leitura ficar mais budista do que protestante-cristã. O percurso será um Diálogo Intrerdisciplinar. Uma Poética da Espiritualidade.

Dedico esse trabalho, que sairá sempre neste blog


aos meus amigos e irmãos da CCIR – Comissão de Combate à Intolerância Religiosa, do RJ.

Vamos começar estudando a primeira estrofe do Hino “O Esperado”, página 11, edição 1962:

“Vem, Jesus, tão esperado,
Nossas almas libertar
Do temor e do pecado.
Vem a tua paz nos dar”.

Comentário:

Esperamos dias melhores, esperamos uma vida melhor, esperamos políticos melhores; tudo isso, penso, é um reflexo multimilenar que se encontra em nossas células.

A Civilização espera um Salvador. Por um lado a vida é muito bonita, por outro, deixa muito a desejar e assim desejamos um Amigo, um Mestre, um Orientador, um Professor, um Deus.

Lembrando que hoje, dia 20/07/2015, é o Dia do Amigo e o Dia Internacional da Amizade. Celebramos nestas linhas, a amizade anglicana-budista.

Uma vez me perguntaram e eu respondi que Jesus e Buda são vizinhos no mesmo Condomínio que podemos chamar de Céu ou Nirvana.

Esclareço que, o presente trabalho, de natureza Budológica é escrito com todo o respeito aos que discordam, de ambas as partes.

Deste modo, o cristão espera Jesus, certíssimo. E o Budista espera o Maytreia (na língua sânscrita), o Buda Futuro, também certíssimo. Será o Mito do Eterno Retorno? Pode ser que sim, entretanto, não apenas mito, mas uma grande verdade, pois o Criador sempre envia os seus representantes para que a Humanidade melhore cada vez mais e se aceite nos contraditórios.

Claro que com a chegada de Jesus nossas almas ficarão libertas (no segundo verso) se, evidentemente nós correspondermos aos Ensinamentos Dele.

Vai nos ajudar a nos libertarmos dos medos. Temos muitos... e como temos medos vários e também do pecado, que os budistas chamam de carma negativo. Em sânscrito, a palavra karma quer dizer ação e significa que “toda ação corresponde a uma reação”. Logo precisamos ter muitas boas ações para que os nossos pecados sejam cada vez menores e por fim acabem, sejam extintos, isso que é Nirvana, a extinção de todo mal (terceiro verso).

Por fim, no quarto verso é a Paz que Ele nos ajuda a desenvolver. Temos que fazer a nossa parte, o nosso esforço. E como precisamos de Paz, em todas as áreas.

- ... esse Estudo continua ... –

Nota: Colocamos o título no plural, pois fica mais condizente, a nosso ver, com a pluralidade do século 21 e também considerando que são muitas linhagens budistas que nos valemos mão na Budologia e muitas denominações protestantes-anglicanas na Teologia, nos dois itens, a internet nos mostra várias.



domingo, 19 de julho de 2015

Literatura Verde e Branca



Não Importa a Divisão
Tem Verde e Branco
É time do coração.

segunda-feira, 6 de julho de 2015

Resenha da Felicidade



As Leis do Caminho da Felicidade


Em mãos, “saboreio” mais um ótimo livro do professor Ryuho Okawa, mestre em Administração de Empresas pela Universidade Cidade de Nova York.

Nascido em Tokushima, 1956, estudou desde a mais tenra infância as Escrituras Budistas, o chamado Tripitaka japonês. Desde modo, o seu fazer literário e pedagógico é no sentido de adaptar os ensinamentos de Sidarta Gautama, aos olhos de hoje e, claro, com alguns toques de Cristianismo, mensagem bem presente na atual Civilização.

O livro em questão chama-se “As Leis da Felicidade – os 4 Princípios que trazem a Felicidade”. Segundo ele, quanto mais repetirmos o vocábulo Felicidade, melhor, pois o mesmo vai introjetando-se nas células e passaremos a espelhar essa condição da mente.

A obra citada tem 168 páginas e foi publicada pela editora Cultrix. Só no Brasil já são mais de 20 volumes, ou seja, mais de 2 mil páginas para Estudo, Pesquisa, Hermenêutica e Exegese dos textos desta Filosofia Búdica da Felicidade.

É por isso que o seu movimento tem o nome de “Ciência da Felicidade”, já tem 8 templos em SP, um no Rio e outro em Londrina, PR, e não pára de crescer.

As quatro leis são:
1) Amor incondicional (que não cobra nada em troca);
2) Reflexão (meditação, relaxamento, orações, preces);
3) Conhecimento (estudo da Doutrina);
4) Desenvolvimento (estar aberto ao Progresso e Evolução saudáveis).

Diga-se de passagem que Okawa já publicou 1800 livros em  20 Línguas e são mais de 100 milhões de exemplares vendidos.

Mantém na África e na Ásia programas educacionais e sociais.