domingo, 2 de junho de 2013

Sábado Ecológico




No próximo dia 8, sábado, realizaremos este evento na Unirio.
Começamos à beira mar, onde faremos uma celebração. A ideia e ser uma atividade teórico-cantante-dançante-brincante-naturante.
Trabalhando com monitores dos cursos de Música e Artes Cênicas, da Unirio, além de Ciências Ambientais e Pedagogia,
estou empolgada com esse movimento de estetizar, sensibilizar, corporificar as praticas pedagógicas, os espaços escolares.
Vamos ver o que conseguimos produzir...
Vocês terão o que dizer, palpitar, são bem vind@s sempre!!!
Por favor, reparem que há um folder e um texto em anexo, peço que divulguem.
Muitos beijos,
Léa
FINAflor – Infâncias da Natureza/UNIRIO
 FÓRUM PERMANENTE DE EDUCAÇÃO INFANTIL/RJ
8 de junho- sábado 

Carta Convite
 É com alegria que comunicamos a realização do FINAFlor, uma iniciativa do Grupo de Pesquisa Infâncias, Tradições Ancestrais e Cultura Ambiental (GiTaKa) que, em sua 7ª edição, será realizado em horário integral, na UNIRIO, em parceria com o Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro (FPEI/RJ).

Começamos com uma celebração na Praia Vermelha, porta de entrada da Baía de Guanabara. Aí, neste local sagrado dos Tupinambá, povo ancestral que aqui vivia, faremos uma reverência ao sol, à vida, aos curumins de ontem e de hoje. Não esqueçam suas cangas!

Depois, uma mesa redonda, que tratará das relações entre seres humanos e natureza nos espaços escolares. Para esquentar o debate, enviamos, em anexo, um texto que foi elaborado com o objetivo de refletir sobre o tema, tendo como referência as definições legais apontadas nos artigos 4º, 6, 7º, 8º e 9º das Diretrizes Curriculares Nacionais para a Educação Infantil (DCNEI,2009),  em especial as que dizem respeito à necessidade de práticas educativas atentas à preservação da vida na Terra (art 9, XI); objetivo que exige novas formas de sociabilidade e de subjetividade comprometidas com a ludicidade, a democracia, a sustentabilidade do planeta (Art.7º)

Na parte da tarde, o FINAflor assegura um espaço-tempo para que estudantes,  professores e equipes gestoras  apresentem painéis que retratem suas experiências de trabalho voltadas para a qualificação das relações dos humanos com a natureza.

Em coerência com segundo dos 3Rs Ecológicos, propomos que os Painéis (medida 0, 90 X 1,20m) sejam criados com material naturais ou reutilizados. Podem ser utilizadas fotos, imagens e devem conter : informações sobre objetivos da atividades; justificativa teórico-prática(importância da proposta para o contexto local e global); metodologia (como é desenvolvida a atividade);  resultados; perspectivas e propostas de continuidade.

Os interessados em apresentar painéis devem escrever para o email: inscricao.finaflor@gmail.com

Ao longo do dia, teremos brincadeiras e cantorias! Às 12:30, chorinho da Escola Portátil de Música! E também uma Feira de Trocas, atividade de exercício do desapego, que está em coerência com 2 dos 3Rs Ecológicos: Redução de Consumo e Reaproveitamento. Mais significativas que a Reciclagem (o terceiro R), os dois primeiros são as principais bandeiras de preservação da Terra. Pratique o desapego, passando um olho na casa e separando livros, CDs, DVDs, brinquedos, objetos que estiverem em bom estado e que você pouco utiliza! Participe! A troca é também uma atividade sustentável porque contribui para a tecitura de novas relações dos seres humanos entre si, na medida em que o ato de trocar pressupõe diálogo.

Ao final da tarde, acontecem as oficinas! Pedimos que fiquem atent@s:  em breve solicitaremos que tragam 
materiais para a confecção de instrumentos musicais e cartões de dia dos namorados.

Importante: o lanche é coletivo! Tragam frutas, guloseimas, bebidas e seus copos pessoais.

Será um prazer receber tod@s vocês!

FINAFlor-GiTaKa/UNIRIO
Fórum Permanente de Educação Infantil do Estado do Rio de Janeiro (FPEI/RJ).


sábado, 1 de junho de 2013

segunda-feira, 27 de maio de 2013

Moradores de Santa




Moradores na Praça

Um pequeno grupo de moradores e amigos de Santa Teresa, o aprazível bairro carioca, está se reunindo todo domingo à tarde, às 16 horas para cuidar da Praça Odilo Costa Neto e plantar árvores, desde abril de 2013.

Até agora já foram plantadas: uma Jussara, que é uma palmeirinha; um pé de pitanga, um ipê rosa; outro ipê que não sabemos a cor; um pau Brasil, uma paineira, um pé de cacau; um cajueiro e três trepadeiras em flor.

O trabalho inicial foi recuperar o solo através de capina, afofar a terra e semear feijão preto, girassol e abóbora para recuperar o solo. À medida que os feijões vão florescendo retira-se alguns e começa o plantio, pois a terra já está pronta.

Essa técnica é praticada no Terrapia, que é um grupo de pessoas da FIOCRUZ, na UniRio e em outros locais.

O Cláudio e o Guilherme trouxeram terra boa, Lúcia trouxe varetas, Juarez e Teresa o arame para fazer uma proteção em torno das jovens árvores que foram plantadas pelo Hugo, na última sexta-feira: pau Brasil e ipê rosa. Registre-se que um(a) ilustre desconhecido(a) plantou a paineira há mais de dois meses. Registre-se também que o Paulo, porteiro do prédio em frente, está molhando o local.

É um bonito trabalho coletivo.

Sebastião, de 8 anos, plantou um ipê que ele ganhou no colégio há mais de dois anos. Rudi trouxe o cajueiro e a Ellen plantou. Sendo cantora lírica, quem sabe nos próximos encontros teremos uma bela apresentação. Tivemos até presença internacional: Jussara e Gabriel. Pablo e Thaís apoiando sempre. Nilce com a atividade que lhe é característica também dando a sua força. Sérgio ajudou a cavar. A mentora deste movimento foi a Clara que sempre ajuda a plantar.

Precisamente ontem, 26/05/13, foi uma tarde especial, quando plantamos a pitangueira e o cajueiro. Um dos presentes ao evento, lembrou que era o primeiro dia do Ano Novo Budista e assim, ecologicamente comemoraram o ano 2580.

Vamos proteger o Reino Vegetal, vamos adotar árvores, vamos cuidar das plantas. O Ecossistema agradece.

segunda-feira, 20 de maio de 2013

Hermenêutica Budista


 
Leitura Budista da Bíblia

“Uma pessoa que às vezes se articulou nesse sentido foi a alemã Ayya Khema, monja da tradição Theravada que interpretou textos bíblicos do ponto de vista budista e fundamentou uma hermenêutica budista da Bíblia”.

O trecho acima está na revista on line Rever – Revista de Estudos da Religião, setembro de 2007, páginas 165 a 170.


Na mesma edição ficamos sabendo que  Hischam A. Hapatsch, professor doutor em Teologia pela Universidade Humboldt, Berlin, defendeu tese sobre “A Recepção da Igreja e do Cristianismo no Budismo Alemão”.

Ora, cada país tem a sua forma de ser budista. É por isso, de longa data, desde os anos 1970, defendemos um Budismo Brasileiro, em português, e, naturalmente plural.





domingo, 19 de maio de 2013

Partido Paz



Ativistas da Paz pela Vida

Mais um partido político surge no cenário nacional. Desta feita é o PAZ, que tem como lema uma frase do antigo pensador grego Platão:

“O destino das pessoas justas e boas que não fazem política, é serem governadas por pessoas que não são nem justas nem boas, mas fazem política”.

O modelo que seguem os militantes da nova agremiação tem como base as vidas de Gandhi, Dalai Lama, Buda, Madre Teresa de Calcutá, John Lennon, Martin Luther King, Jesus, São Francisco de Assis, Chico Xavier entre outros.


Fundado no último dia 04/05/13, em Fortaleza, já tem núcleos em diversas localidades.

Luiz Bassuma, ex-deputado (PT-BA) puxa a legenda.

Boa sorte ao PAZ !

sexta-feira, 17 de maio de 2013

O Primo de Jesus 2



Aniversário

Era o dia do aniversário de Jesus. Ele iria completar 13 anos. Também era o dia de nossa partida para a Ásia, onde acontecia o apogeu da civilização budista.

Junto com nossa família estavam os três lamas tibetanos, preceptores de meu primo. Estes três lamas eram da mesma linhagem dos que visitaram Jesus quando ele nasceu. Lembrem que a Bíblia fala em três magos do Oriente. E por que três? Para manter a tradição das Três Jóias: um chamava-se Buddhayana (Caminho de Buddha), o segundo Dhammayana (Caminho da Doutrina) e o terceiro Sanghayana (Caminho da Comunidade de Discípulos).

Popularmente inventaram nomes ocidentais para estes lamas, pois os que citei, eram nomes monásticos, iniciáticos. E o Evangelho de Mateus, que traz a referência não diz os nomes, apenas que eram magos do Oriente.

Após a cerimônia de aniversário, nos levantamos e houve as despedidas de praxe, abraços e beijos. Éramos cinco. Montamos em camelos e seguimos viagem. Jesus, eu e os três lamas.

Buddhayana era o líder, e para termos sorte na viagem, recitamos três vezes a “Homenagem: Adoração a Ele, o Abençoado, o Perfeito, o Supremo Iluminado, Senhor Buddha”.

Com esta oração, o praticante está protegido. As forças celestiais chegam para nos guardar. Recomendo aos leitores, diariamente, fazerem esta prece, no mínimo três vezes.

Desde o nascimento, Jesus teve os lamas por perto, assim, ele tinha familiaridade com alguns textos budistas.

Essa parte da História é pouco divulgada, mas por onde Jesus andava tinham lamas por perto. Mesmo quando ele foi para o Egito. O Ensinamento do Mestre Buddha era muito divulgado.

Isso é um fato perfeitamente natural. Hoje em dia, os estudiosos vão para outros países fazerem seus cursos de formação, aperfeiçoamento, graduação, pós-graduação, MBA, mestrado, doutorado, pós-doutorado e afins. E assim ocorreu com o meu primo.

Sorte minha que, na qualidade de segurança da comitiva muito aprendi.

Os lamas disseram que em vidas anteriores, quando Jesus era um amável Buddha, eu era, também, primo, discípulo e segurança.

Repito, sorte minha e quero agora compartilhar com os leitores o que vivenciei.

segunda-feira, 13 de maio de 2013

O primo de Jesus



O Primo de Jesus – Revelações de um Espírito
Texto Mediúnico

Olá amigos e irmãos !
Eu sou primo de Jesus. Não apareço nos livros sagrados do Ocidente, nem nos Evangelhos Apócrifos, melhor assim.

Numa linguagem política atual, vamos dizer que eu pertencia ao quarto ou quinto escalão, sem importância nenhuma. Isso tinha uma razão de ser, questões ideológicas... eu estava ligado ao grupo do preso político Barrabás, que defendia a luta armada contra o Império Romano.

Judas Iscariotes também e por isso levou a culpa de muita coisa, foi uma espécie de bode expiatório. Mas quero lhes dizer que foi um grande revolucionário. Aquela história de 30 moedas é discutível, não existiu. Ele foi enforcado pelos soldados romanos, pois era guerrilheiro, não foi suicídio.

Nós queríamos que Jesus também se tornasse um de nós, mas o meu querido primo discordava de nossos métodos de oposição ao então regime de invasão e ocupação romana.

Quando encarnado fui treinado nas artes militares. E por isso, dos 13 aos 30 anos, no período em que Jesus sumiu, acompanhei-o em sua viagem à Índia, para estudar nos mosteiros budistas. Sendo mais velho eu era uma espécie de segurança.

Vejam que ele era apenas uma criança, um inexperiente menino de 13 anos, apesar de que, em função de suas múltiplas encarnações anteriores, já era portador de considerável sabedoria.

Naquela época, andava pela Palestina uns monges budistas missionários e nossa família tinha contato com eles. Disseram que meu primo Jesus era um “tulku”, isto é, a encarnação de um Buda da antiguidade e assim precisava voltar ao Tibet e regiões limítrofes para aprender com os Lamas.

Então a família me designou para escoltá-lo. E de antigo guerrilheiro acabei me tornando um meditador budista.

Depois eu conto mais.