quinta-feira, 15 de outubro de 2015

Valores Budistas



Estrofe Dhammapádica*

Antonio Carlos Rocha

Disse Mestre Buda
Tudo nasce na Mente
Atenção e Fé ajudam
Bênçãos acrescente.

Comentário:

O termo é derivado de Dhammapada, Literatura Clássica Budista, palavras atribuídas ao próprio Buda.

Em comemoração à mais nova edição em Língua Portuguesa do Dhammapada, desta feita, pela editora Kiron, de Taguatinga, DF, 2015, 88 páginas, belo formato bolso, cabe nas pastas para ser consultado diariamente.


Podemos traduzir Dhammapada como Valores Budistas.

Mesmo não sendo budista, recomenda-se a leitura como obra de base filosófica importante.


segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Quadras da Fé



Estrofes Espiritualistas

Antonio Carlos Rocha

Parabéns pelo seu Dia
Senhora Aparecida
Abençoa nosso Brasil
Protege nossa Vida.

Passa na Frente
Ó Ser de Luz, Maria
Viva nossa Fé
Dia após Dia.


domingo, 11 de outubro de 2015

Poesia Amizade



Estrofe Amizade(*)

Antonio Carlos Rocha

Sonhei com Amigos Espirituais
Querendo me ajudar
Espíritos de Muitas Luzes
Só Iluminar.


(*) Buda afirmou, certa feita, que a coisa mais importante nesta vida, são os amigos. Amigos visíveis e amigos invisíveis. Amigos em qualquer plano da existência. A eles, minha gratidão.

segunda-feira, 28 de setembro de 2015

Literatura Doce



Estrofe Doce

Antonio Carlos Rocha

Ontem, minha filha querida
Minha netinha e meu genrão*
Assistiram a Missa de
São Cosme e São Damião.

Comentário:

Já escrevi aqui que, gosto muito das expressões de Fé.

O fato acima aconteceu na capital espanhola onde eles moram.

O aumentativo de genro é devido à altura dele, um italiano de 1,86 m. Ele era um anarquista, não acreditava em nada, e... aos poucos ... foram ocorrendo algumas transformações em sua vida que o fizeram aceitar a parte mística.

Na Itália teve algumas experiências com os Santos Cosme e Damião que o marcaram profundamente.

Minha filha quis dar um toque de brasilidade ao evento, comprou alguns doces e após a missa distribuiu para algumas pessoas, não entenderam ... coisa de brasileiros ...

No parque próximo, o povo da rua também aceitou...

Minha neta tem 8 meses, foi sua primeira missa.

Quem sabe este brasileirismo de oferecer doces chega por lá também.

Uma vez, um pastor presbiteriano me disse que esta prática  tem como base a Bíblia, não gravei a referência e ele já faleceu.

De qualquer modo, gratidão São Cosme e São Damião !


terça-feira, 22 de setembro de 2015

Versos Iniciáticos



Estrofes Esotéricas

Antonio Carlos Rocha

Amores das minhas vidas
Renascimento, reencarnação
Abro hoje a vocês um
Pouco do meu coração.

Ressurreição
Reengenharia
Aprende-se
A cada dia.

Oriente – Ocidente
Mestres mis
Gratidão importa
Ser feliz !

Reverências
Primavera
Iniciando
Nova Era !


sábado, 19 de setembro de 2015

Ocidente - Oriente



José Louzeiro, atualíssimo

Antonio Carlos Rocha

Gosto muito do escritor e jornalista José Louzeiro. No tempo da Graduação trabalhamos juntos em alguns projetos.

Eu era do CA – Centro Acadêmico, belo dia resolvemos fazer um concurso de Prosas & Poesias na Faculdade de Letras da UFRJ. Ele foi um dos convidados para a Comissão Julgadora. E o resultado foi um volume publicado pela Editora José Olympio: “Universitários: Verso & Prosa”, saíram três poesias minhas e a jornalista Vivian Wiler, do antigo caderno Livros, do Jornal do Brasil, registrou a resenha.

Outro projeto que trabalhamos juntos foi o SERJ – Sindicato dos Escritores do Rio de Janeiro. Fizemos uma chapa: Louzeiro presidente, Antonio Houaiss vice-presidente e eu – pasmem – suplente do Houaiss. Foi com o mestre Antonio Houaiss, que era do PSB, que me aproximei do partido. E depois por saber que outro grande escritor, meu conterrâneo,  Ariano Suassuna, também era do PSB me senti em casa, já que sou um aprendiz de escritor.

Louzeiro e eu fazemos aniversário no mesmo dia, 19/09, hoje, e isso nos aproximou mais. Escrevemos juntos também em um semanário da época “O País” que depois passou a se chamar “Nas Bancas”.

No primeiro governo Brizola o SERJ conseguiu um pequeno terreno do Estado, ali perto da Praça Saens Pena, na Tijuca, e com o apoio do arquiteto Oscar Niemeyer, o Grande Governador Leonel construiu com placas de cimento armado (não sei se é esse o nome) a sede.

Louzeiro sabia da minha Fé Budista. Belo dia me convidou para ir na sua casa, ali em Laranjeiras, saborear o Guaraná Jesus, que eu não conhecia. Só existe em São Luís do Maranhão, uma pena, por mim, poderiam vender em todo o Brasil.

Era a época do romance-reportagem que José Louzeiro criou, a partir de seus trabalhos na área de Repórter Policial, nas redações dos jornais e seus livros que viraram filme e depois telenovelas na então Rede Manchete.

Conversa vai, conversa vem, Louzeiro me contou que era filho de um pastor da Igreja Presbiteriana, na capital maranhense.

Tempos depois, por motivos familiares ele estava se aproximando de uma Filosofia Indiana, “Brahma Kumaris” = Filhos de Brahma (Deus Criador do multimilenar Brahmanismo, bem antes do Budismo) fui com ele visitar o belo templo que ficava em uma ampla casa no Alto da Usina, depois da Tijuca.

Belos tempos mais tarde, nos encontramos e ele disse que se lembrara muito de mim. Fez uma peregrinação à Índia, visitou o bosque sagrado, na cidade de Bodhigaya onde o Buda atingiu o que nós chamamos de iluminação. E, claro, o retiro no Templo Sede da Brahma Kumaris.

Mas a nota divertida, nessa peregrinação é que certa manhã, ele estava em uma aldeia indiana, por uma estradinha de terra, quando em uma rua sem saída depara-se com uma manada de búfalos:

- Pronto, disse ele. O maranhense aqui, saiu de São Luís e vem morrer atropelado por uma manada de búfalos !

Claro que o Deus Brahma o protegeu e os animais passaram em silêncio, nada acontecendo ao nosso amigo.

Gratidão Brahma !