segunda-feira, 18 de setembro de 2017

Saudações Verde e Branca

Resultado de imagem para Times de futebol verde e brancoA todos os amigos, simpatizantes e familiares  deste time que fica na cidade de Fontoura Xavier, no RS, nosso abraço. É bem possível que os times que postamos aqui tenham outros uniformes com outras cores, mas estamos comemorando o Verde e Branco. Verde da Esperança de um Brasil melhor e o Branco da Paz em nossos corações e mentes.

Antonio de Lisboa é Esperança



Estrofe Esperança

Antonio Carlos Rocha

Santo Antonio da Esperança
Verde como a grama
Traz* para nós
Saúde, Fé e grana !

(*) De acordo com a tradição, Santo Antonio ajuda a encontrar coisas, de forma ética.

sábado, 16 de setembro de 2017

Meu Querido Santo Xará !



Estrofe Devota

Antonio Carlos Rocha

Santo Antonio
Bênçãos a ganhar
Seremos Felizes
Caridade é já !


quinta-feira, 14 de setembro de 2017

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segunda-feira, 31 de julho de 2017

Arte Poética e Musical

JEQUITINHONHA
Música: Amarildo Silva
Letra: Paulo Peres
Jequitinhonha
Voz na história
Prosa risonha
Luz e vitória
Banindo miséria
No chão do sertão
No Palco vida
Cotidiano
Surge atrevida
A primavera
Beleza da terra
Sonho desse chão
Que um dia foi mar
Mas virou sertão
Veredas sem fim
Memória arar
Futuro na mão
Fartura enfim
Parte do sertão
Tinha como meta
O bem comum
Parte do sertão
Vive tão discreta
Lugar nenhum
Eu sou o filho de um camponês
Cuja sina à terra fez
Plantar arroz, milho e feijão
E dividir com o meu irmão
E dividir com o meu irmão
Esta Bandeira da “Fome Não”
Que é raça, é luta e é valentia,
Fonte de toda sabedoria

OBS:
A música “Jequitinhonha” foi gravada por Amarildo Silva no CD Virgem Sertão Roseano, em 2003, produção independente, e regravada pelo Grupo Cambada Mineira no CD Meu Recado, em 2006, com participação da cantora, compositora e instrumentista Simone Guimarães, pela Gravadora Rob Digital. Este CD obteve o 3º Lugar no “Prêmio Jazz+ Melhores de 2006″.

sábado, 1 de julho de 2017

Arte e Sensibilidade



Momentos de Criação

(um texto da artista plástica e professora Heloisa Pires Ferreira, que lecionou no Colégio Andrews, durante 30 anos, para a professora Lena Dalcin)

Lena, não foi só de reviver a amizade...

Sentir a verdade do trabalho de arte
que vivemos juntas.

Cheio de mil idéias
pensamentos diversos
Cabeças diversas...

Livres éramos como professoras:
- criativas – verdadeiras

Vindo de cabeças diversas...
a Coordenadora tudo aceitava..
Pois era a verdade em expansão

Nenhuma fórmula pré-estabelecida.

Nenhum estereotipo tinha vez

Catalisávamos o que as crianças tinham escondido no seu âmago...
 e conseguíamos que explodissem
 em cores, formas, movimentos

Propiciávamos em todas as aulas o encontro com seu eu maior...
que

Voando
Aprofundando
Furando
Caindo
Soltando
Harmonizando
Vida.

Trabalhávamos
cada um fosse diferente do outro

Cada criança um mundo só.

Nós éramos...
Catalisadoras

Canalizando para a expressão criadora...
Deixar nascer o que ninguém jamais tinha visto
Era o objetivo..
E como conseguíamos !....

E como fui feliz lá...


Marilia Rodrigues e Regina Horta nos representavam frente ao Colégio Andrews

com força.

Cada uma professora completamente diferente da outra ...

E como conseguiam ?

Quanta sabedoria!.....

Quanta ética...

E éramos valorizadas.
Éramos livres como pássaros.

Logo...  só AMOR restou.... ficou....

segunda-feira, 12 de junho de 2017

Nichiren Menino - 4



(Plena Atenções de um Pequeno Pescador)


Ele era uma agradável criança, passou a primeira infância com os pais, naquela minúscula colônia de pescadores em contato com a natureza. Da mãe herdou a ternura para com os seres vivos. Do pai, a bondade búdica e o respeito para com todos, até para com os espíritos, os devas. Bondade e ternura, bem podem ser sinônimos, assim, o menino se criou.

Bem próximo, na aldeia, havia o templo Kyosumi, dedicado ao Bodhisatva Kokuzo, em sânscrito Akasagarbha, e assim, diariamente, pela manhã e à noite, a família orava em frente ao pequeno oratório na humilde casa o tradicional “Namu Bossatsu (bodhisatva em japonês) Kokuzo (eu me refugio no Buda Kokuzo)”. E, de fato, como vamos ver o Bodhisatva Kokuzo o acolheu e o amparou em seu templo.

O menino nasceu em 16 de fevereiro de 1222, e recebeu o nome de Zennitimaru. A primeira sílaba de seu era Zen, era meditação, era caminho, era prática de louvor e dedicação ao Buddha. Seu pai chamava-se Nukina e sua mãe Umeguiku.

Mas, quis o destino que aos 11 anos ele ficasse órfão de pai e mãe. O Bodhisatva Kokuzo cumpriu a promessa, e o menino foi adotado pelo templo local, que pertencia ao ramo esotérico Sanmon, da linhagem Tendai. O abade deste templo chama-se Venerável Douzen que se tornou então uma espécie de pai, mestre, professor e preceptor. Zennitimimaru começa com Zen, seu patriarca terminava com Zen, Douzen – o caminho da meditação.

Zennitimaru conhecia o abade desde a mais tenra infância, admirava-o e reverenciava-o como grande sacerdote, deste modo não foi difícil transferir a figura masculina para o novo “pai”.

Logo no segundo dia que começou a morar em Kyosumi, o mestre Douzen dirigiu-se ao novo discípulo, logo após a liturgia matinal.

- Zennitimaru, todo dia nós vamos estudar um ponto, uma lição desse nosso bonito caminho que nos levará à Terra Pura do Senhor Buddha, certo?

- Sim mestre, meus pais sempre diziam que no dia que eles passassem para a outra dimensão, o Buddha Kokuzo estaria comigo o tempo inteiro.

- Estaria não, Ele está conosco, eternamente, pois ele é uma emanação do Buddha eterno, o Senhor Adhi-Buddha, o Buddha Primordial, criador dos céus e da terra.

- Meus pais diziam também que logo eu viria para cá, estudar a santa doutrina da iluminação.

- Pois é Zennitimaru, então chegou a hora. Você pode e deve brincar, mas temos muito o que aprender. Nossa escola esotérica Sanmon se caracteriza pela investigação de todas as linhagens, de todos os ensinamentos do nosso querido Mestre Buddha. Sinta-se alegre, contente e feliz, você agora é um noviço. Seus pais, de onde estão, também estão alegres, contentes e felizes sabendo que o filho agora é um noviço do Buda Kokuzo.

- Namo Buddha Kokuzo ! – repetiu o menino com devoção.

- Isso mesmo, repita sempre, recite com fé ao longo do dia e da noite, mesmo dormindo, sonhando, cante este santo dharani (proteção).