terça-feira, 12 de janeiro de 2010

Consuelo

Saudades da copacabanense Consuelo

A UERJ perdeu, no último dia 30 de dezembro, Maria Consuelo Cunha Campos, de 62 anos, uma de suas mais brilhantes expressões. Natural de Porto Quebracho, MS, antes mesmo de completar um ano de idade já “escolhera” residir no Rio de Janeiro. Doutora pela PUC-Rio, era professora de Literatura Brasileira nos cursos de graduação e pós-graduação em Letras da UERJ, onde integrava, também, o corpo de pesquisadores do programa Pró-Afro.
Ensaísta, poeta e contista, membro do Pen Club do Brasil desde 2007 e das associações científicas International Comparative Literature Association, Associação Internacional de Lusitanistas e Associação Brasileira de Literatura Comparada.

Participou de inúmeras comunicações, mesas-redondas e oficinas em congressos e seminários no Brasil, Estados Unidos, Canadá, Portugal, Holanda e Itália. Recebeu prêmios literários nacionais em ficção, poesia e ensaio, entre eles o prêmio da Fundação Cultural do Distrito Federal para melhor livro de poesia publicado, “Mineiridade” (Achiamê, 1980).

Publicou, entre outros, os seguintes livros: “Sobre o conto brasileiro” (Gradus, 1977); “Inácio de Loyola, o poema de Deus” (Loyola, 1986) e “De Frankenstein ao transgênero: modernidades, trânsitos, gêneros”. (Ágora, 2001)

- o texto acima é de Manoel Marcondes Machado Neto, professor doutor da UERJ - Universidade do Estado do Rio de Janeiro, na Escola de Administração.

- Marcondes e eu tivemos a honra de receber orientação de Consuelo, em 2009, em nossas respectivas pesquisas de pós-doutorado.

2 comentários:

Marcondes disse...

Caro amigo Antonio Carlos Rocha,

É verdade, tivemos essa oportunidade e essa honra.

Com sua nota temos o registro da passagem da querida mestra posto na web.

Muitos como nós passaram pelas mãos da Consuelo e devem saber dela.

Abraço,

Manoel Marcondes Neto.

ROGEL SAMUEL disse...

gostaria de saber se era a autora do estudo da parte exotérica de Guimaraes Rosa.