domingo, 3 de janeiro de 2016

Robinwoodismo para o século 21



Psicografando Marx

Antonio Carlos Rocha*

Acredite se quiser. Via mediunidade tive a oportunidade de conversar recentemente com o Espírito Karl Marx.

Ele me contou que sempre foi, desde a infância um inveterado leitor, grande ledor, lia de tudo, sobre quase tudo que lhe chegava às mãos. E também ficava muito atento às histórias que lhe contavam, literatura oral dos povos, mitologias etc.

Mas, desde que ouviu a primeira vez, a história de Robin Hood, o mito daquele que tira dos ricos para entregar aos pobres, ele gostou muito, até identificou algo da mensagem cristã, quando Jesus disse que “é mais fácil um camelo passar no fundo de uma agulha do que um rico entrar no reino dos céus”, de certa maneira, Robin Wood estava dando prosseguimento ao fato de ser um missionário cristão que estava empenhado em ajudar os ricos a entrarem nos Céus, neste sentido, Robin Wood estava fazendo Caridade com os pobres, ao ajudá-los materialmente, financeiramente e aos ricos a se desapegarem de suas riquezas, um igualitarista. Há até quem afirme que Jesus é o próprio Robin Hood, Rei da Humanidade.

Esse mito que surgiu na Inglaterra fez com que Marx, fosse sepultado na Inglaterra, na abençoada Nação de Robin Wood.

Então, Karl Marx resolveu idealizar um sistema sócio-econômico-político que tivesse como base, a vida e a obra do inesquecível Robin Wood. Logo, o comunismo seria um Robinwoodismo.

Entretanto, diz-nos o Espírito em tela, os partidos que se dizem comunistas e afins, por seus apegos aos poderes, à nomenclatura, às riquezas não são nem um pouco Robinwoodistas. E ele está juntamente com o Espírito Engels, começando a escrever, na Espiritualidade Maior, o “Manifesto Robinwoodista”.

Robin Wood, no mito original nunca matou ninguém, apenas furtava as jóias, as moedas de ouro etc dos ricos, em função de suas extremas habilidades nas artes da espada, lutas, ginásticas e portador de impressionante saúde juvenil e jovial.

E alguém certamente reclamará, mas furto é roubo, é pecado, concordamos, mas o Robin Wood, só pegava o excedente, ou seja, o furtado, o roubado (a pessoa que teve a mansão invadida) podia continuar, normalmente, auferindo os seus lucros, de forma equilibrada, sem ostentação.

E como nessa época longínqua (do Robin Wood) já existiam missionários budistas pregando na Inglaterra, o Budismo explica que ninguém é roubado/furtado indevidamente, ou seja, se nesta vida fui roubado é porque nesta, ou em vidas anteriores no mínimo roubei/furtei alguém.

É a famosa Lei de Causa e Efeito, Justiça Divina, ou seja, Robin Wood era um agente da Lei do Karma.